Posso

2 10 2009

O susto do absurdo.

Todos os sons ficaram imóveis

E esconderam suas vozes em seus potenciais.

 

As cores se revestiram de transparência

E ficaram visíveis apenas neste esqueleto externo.

 

Vento nenhum,

E o silêncio dobrou seu tamanho para os lados todos.

O momento virou um nada dentro de um tudo,

Um eterno antes de um próximo sem pressão.

 

Quase houve a intromissão de uma pergunta,

Mas depois de viver alguma duração

Senti claramente que era aquilo mesmo que eu existia.

 

Em cada um daqueles sempres

Intuía-se a usina dos possíveis.

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