O rio e a lágrima

3 06 2009

 

Os olhos vertem lágrimas do rio Anhangabaú,

Alegria de quem sai do baú

E abraça o céu;

 

O coração dá novos tempos…

O pulmão inaugura espaços…

 

A água dos rios flui agora

Pelas minhas margens

Como correnteza de substância-emoção.
Depois de arrepiar minhas raízes

Deságua à céu aberto

Em pleno ar,

Em rosto pleno.

 

Os lábios sorriem a vida

Referendando as lágrimas sorridas

Aos riachos, aos rios

E ao oceano humano.

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One response

8 06 2009
gera

Procuro companhia e encontro um encontro com a poesia.
Sim, é você!
Volto logo a te visitar, você, internético Hans!
abraço
gera

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