Tic-Tacteia

18 01 2009

Alô, alô venusianos!

Aqui quem fala é nóis!

Aqui da Terra, um planeta deste sol

Mas há por aqui quem creia ter vindo de outros sóis,

Outras teias…

 

Alô, alô prussianos

Povo báltico já diluído em novas gentes,

Outros nomes para os mesmos seres viventes.

 

A-LÔ!

Teia!

De aranha…

De povos…

De história,

De fatos simultâneos e sucedâneos.

 

Seda…

 

E a coreografia de sândalo se faz em cinza perfumado,

Aqui… mas o produto veio do Japão,

Já a idéia e a prática de ascender cheiros vêm de muito antes.

 

Longes que se propagam…

 

Teia!

Aqui estou!

Em nós eu sou seda e vibração,

Suavidade e tremor.

Suave dádiva de amor…

Pode ser um jeito de se dizer.

 

Dizer-se, de ser-se.

Um parabéns a cada grão irmão de seda,

Seja lá como for que ele proceda.

Cada ângulo, risco e movimento de nós,

Puxa, empuxa e repuxa,

E o mérito está em tudo.

Sortudo! Soutudo.

 

Tic-Tac…

Pinga um tempo passageiro.

Um trem que passa ligeiro

À cavalo… satélite ou avião,

Cavalga e brilha o pulso do coração.

 

                                         Hans Machado

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