Sin, Ápice!

10 01 2009

 

 

Cada instante neural,

No escuro do meu interior,

Desenha com faíscas uma configuração de alma-mim.

Sinapses.

 

Estes desparos de fogo

Talvez se aproximem dos vultos que os antigos viam

Ao dançar em volta da fogueira.

 

Os mortos ecoam-se,

Dançam em nossos espíritos límbicos

Quando reverberamos seus movimentos, seus sons, suas músicas…

 

Pelo ouvido as mãos me puxam para a roda.

O fogo deles, as minhas faíscas.

Eugora, o ápice de tantos milhões de anos!

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